Tradução e resumo livre: Um professor de biologia pediu para os alunos trazerem amostras de sêmen para observar no microscópio. Um filho da putinha aluno caguetou para a mãe, que ficou ofendida.
Jovem tolo, perdeu a chance de ter seu sêmen aos olhos das girls do colégio, isso é a fantasia de 8 entre 10 meninos. Os outros 2 são gays.
De qualquer maneira… Larguei minha faculdade, rasguei meu diploma e me matriculei nesse colégio, aguardo ansioso pelas aulas de anatomia.
Eu quero um panda de estimação… Mesmo eles sendo ursos… Maiores, mais fortes e mais agressivos do que minha pessoa. Que poderiam me destroçar em dois golpes.
Mais uma besteira postada 4fun, esse blog já deixou de ser algo perto de “sério” a anos, mas segue ai:
Eu pretendo continuar escrevendo com o tempo… Talvez continue aqui, talvez publique em outro post… Talvez posto um vídeo d’eu dançando Macarena de sunga branca e touca de banho dourado… Quem se importa?
Segue abaixo, continua sob Creative Commons 3.0.
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Prólogo:
O sangue escorrendo pelos seus dedos refletia a fraca luz do banheiro que, descaradamente, invadia a privacidade de nosso quarto, nunca imaginei que a ultima expressão que veria em sua face seria de prazer, estava feito… Mas quem liga? Ela sempre foi fria, só conseguiu ficar mais um pouco agora. O grosso sangue em minha língua provocava estímulos que chegavam a ser excitantes, pena que o preço para mim foi a morte. A faca em sua mão gritava a plenos pulmões seu ódio por mim, e como em um golpe de misericórdia a enfiou no meio de minhas vertebras enquanto docemente sussurrava ao meu ouvido.
- Você foi, e sempre será meu maior amor… Descanse em paz, querido.
Taê um rascunho de alguma coisa que comecei escrever e… Achei que ficou uma merda… ahuahua.
Se alguém quiser usar para alguma coisa, o que duvido muito, está sob Creative Commons 3.0
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Paris, Julho de 1941. A um ano nosso povo sofria sob a repressão do exercito alemão, o céu de nossa França conseguia estar mais deprimido do que as pessoas abaixo dele. A Cruz de Lorena pintada na parede desta casa me lembrava os anos de felicidade que já não estavam mais presentes, a luta se fazia necessária, A Resistencia é o único lugar onde posso lutar pelo que acredito.
- Vive lá Résistance! – Cada vez que estas palavras saiam de minha boca, minhas cordas vocais ardiam feito labareda no inferno, seu lindo rosto me vinha à mente, meus olhos se enchiam de lágrimas, e a esperança de encontrá-la novamente me enchia de forças, e ódio.
- Vamos Jacque! Coma sua comida.. – Dizia Ross, com seu ar fúnebre de sempre. – Se você quer sua vingança, ainda nesta vida, você tem que estar vivo.
- Já estou comendo, Ross, não enche.
Ross já estava na resistência desde quando eu entrei, por algum motivo eu me identificava com ele, talvez pelo tristeza que seus olhos expressavam, junto ao rancor e o sentimento de vingança que pairava sobre sua voz. Ele sabia sabotar planos nazistas como ninguém, quanto a mim, bem, eu só sabia carregar uma arma, mas não tinha medo em puxar o gatilho.
- Vamos Jacque, você precisa relaxar… Vamos ao Le Belle. – Disse Ross para mim com uma expressão sacana.
- Não estou afim de me esfregar em prostitutas que não tomam banho a dias, fique a vontade.
- Você não precisa ficar com as fedidas, eu fico. – E me puxava para seu velho carro estacionado do lado de fora da casa.
Ao entrar no Le Belle o cheiro de loção barata misturada ao suor invadiu minha mente, o triste blues cantado pela dama em cima do palco deixava o ambiente com ar de enterro, talvez o enterro de Hitler pela bagunça e as risadas.
- Ross, eu vou beber, quer alguma coisa? – Disse enquanto enquanto via Ross sendo arrastado por duas ou três cortesãs.
- Eu quero Jacque! Qualquer coisa que me deixe mais solto. – Gritava ele. – Calma meninas, a noite inteira é nossa.
Enquanto bebia sentado em uma poltrona ao canto do cabaret contei cerca de vinte, ou mais, soldados nazistas se esfregando em nossas mulheres, mulheres francesas, que apoiavam a resistência, mas não estavam dispostas a alojar um pouco de chumbo em suas cabeças.
- Cada uma dessas mulheres tem sua história, mas durante noite todas morrem e encarnam uma nova vida, sem limites e sempre felizes. – Murmurou alguém sentado ao meu lado. – E sua história, meu amigo, morreu em algum lugar?
- Minha história começou quando eu estava prestes a morrer, meu amigo. – Disse virando para o lado e vendo um homem se distanciando de mim, tudo que pude ver foi seu sobretudo preto cobrindo suas calças de linho barato e um sapato já batido pelo tempo. Não entendi direito o que se passou naquele momento. Me virei de volta para ao palco, e neste momento eu senti meu coração subindo pela garganta e pulsando em um ritmo frenético, como se estivesse gritando. Corri em sua direção, a peguei pelo braço e a encarei com todo ódio que carregava a meses, junto ao amor que já sentia a anos.
- O que faz no aqui, sua meretriz? – Ao ver seu rosto completo pude perceber que ela não era quem procurava.
- Sai, eu nunca te vi na vida seu retardado. – Disse ela com um olhar de desprezo e medo ao mesmo tempo.
- Perdão, eu te confundi com outra pessoa. – Me virei para saída e anunciei – Ross, estou indo embora, nos vemos… – Ross fez um sinal com as mãos, como se estivesse se despedindo, mas ao mesmo tempo falando para não atrapalhar.
Ao sair do Le Belle percebo uma certa agitação na rua e algumas palavras carregadas de sotaque alemão:
- E por desobediência a punição será a morte. – Proclamava o soldado alemão para todos ouvirem – Ultimas palavras?
- Vocês irão queimar no inferno, porcos imundos. – Dizia uma francesa ajoelhada sobre os pés de soldado, seus olhos tão profundos quanto um oceano refletiam o medo em sua face.